Como funciona

O apadrinhamento não é adoção. É um gesto contínuo de vínculo e atenção. Ele pode acontecer de três formas:

Apadrinhamento Afetivo

“Estar presente, ouvir, brincar, conversar, criar laços.”

O apadrinhamento afetivo é aquele que mais se aproxima de um vínculo familiar. A pessoa madrinha ou padrinho participa da vida da criança ou adolescente com visitas regulares, passeios e trocas afetivas.
Esse tipo de apadrinhamento é indicado para quem deseja oferecer atenção, escuta, acolhimento emocional e convivência saudável, respeitando os limites e rotinas da instituição.
Exemplos de ações possíveis:

* Visitar a criança nos finais de semana ou feriados (com autorização);
* Acompanhar em atividades escolares ou culturais;
* Conversar regularmente por telefone ou videochamada;
* Ser um ponto de apoio emocional fora da instituição.

Apadrinhamento Provedor

“Quem doa, sem necessariamente estar presente.”

Neste tipo de apadrinhamento, o foco está em ajudar com recursos materiais: roupas, calçados, itens de higiene, material escolar ou outros recursos que a criança/adolescente esteja precisando.
É ideal para quem não pode estar presente afetivamente, mas deseja contribuir de forma regular com o bem-estar da criança.

Exemplos de ações possíveis:

Doação mensal de itens essenciais;
Compra de presentes em datas especiais (aniversário, Natal, etc.);
Apoio financeiro para cursos, transporte ou saúde.

Apadrinhamento Prestador de Serviço

“Quem doa o que sabe, para ensinar e transformar.”

Nesse modelo, o padrinho ou madrinha oferece seu tempo e conhecimento para desenvolver atividades junto às crianças/adolescentes, com foco em formação, desenvolvimento pessoal e social.

Exemplos de ações possíveis:

Aulas de reforço escolar, línguas, música ou informática;
Oficinas de arte, leitura, teatro ou esportes;
Atendimentos voluntários em áreas como psicologia, saúde, orientação profissional.

Etapas do processo

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