A segunda rodada de oficinas do Fonágil, projeto nacional que busca a construção coletiva de soluções para desafios enfrentados pelos Juizados Especiais, foi realizada na última sexta-feira (5/5), de maneira virtual, reunindo magistrados de todo o país.
O Fonágil, iniciativa surgida no âmbito do Fórum Nacional de Juizados Especiais (Fonaje), tem como objetivo identificar problemas, criar soluções e elaborar protótipos a partir da adoção de abordagens inovadoras como o Design Thinking (abordagem que estimula o processo de pensamento crítico e criativo) e métodos ágeis para implementação de mudanças positivas nos Juizados Especiais.
Os trabalhos foram conduzidos por facilitadores dos laboratórios de inovação Aurora, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT); Gênesis, do Tribunal de Justiça de Rondônia (TJRO); Ideias, do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE); UAILab, do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG); e o JudLab, do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC).
Três grupos de magistrados, com representantes de todas as regiões, participaram de uma imersão colaborativa, com trocas de impressões e feedbacks entre os grupos. Após uma sessão de estímulo ao desenvolvimento do maior número de ideias possíveis, cada grupo escolheu uma ideia norteadora, que irá liderar os trabalhos da próxima oficina.
Os facilitadores incentivaram os participantes a deixar fluir a criatividade, promovendo um ambiente livre de barreiras para que pudessem sugerir todo tipo de ideia visando a solucionar os desafios propostos. Como resultado, um representante de cada grupo apresentou o que foi desenvolvido na oficina, momento em que a troca de ideais e os feedbacks foram estimulados.
Para a juíza Ana Luiza Câmara, coordenadora geral dos Juizados Especiais do TJPE, os trabalhos foram bastante proveitosos. “Foi com grande alegria que pudemos participar do segundo dia da maratona de inovação e metodologias ágeis promovida pelo Fonaje a partir da colaboração de vários laboratórios de inovação brasileiros e poder ver a participação, a colaboração e o entusiasmo dos colegas do Brasil inteiro contribuindo com ideias e soluções para os problemas cotidianos do sistema dos Juizados", afirmou a magistrada.
"Tudo ocorreu de forma colaborativa, integrada, divertida, mas com uma metodologia muito eficiente, sendo conduzida e guiada pelos laboratoristas que estão nos auxiliando no processo. Acredito que este seja um caminho para encontrar várias soluções que possam melhorar a prestação jurisdicional dos Juizados Especiais”, acrescentou.
Após as oficinas, cada grupo apresentará seu protótipo durante o 51º Fonaje, que será sediado pelo Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC), de 24 a 26 de maio. Na ocasião, uma proposta será escolhida para ser implementada como projeto-piloto em um tribunal estadual, com potencial para ser replicada em âmbito nacional.
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