O Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc) da Comarca de Varginha realizou, no Fórum Dr. Antônio Pinto de Oliveira, a campanha “Páscoa Solidária”, com o objetivo de arrecadar caixas de bombons destinadas às crianças acolhidas nas Casas Lares da Comarca.
A entrega das guloseimas ocorreu em 30/3. O Cejusc promoveu, no Salão do Júri do Fórum de Varginha, um encontro com 29 crianças e adolescentes, além de 9 educadoras das Casas Lares, oriundos dos municípios de Varginha e Carmo da Cachoeira.
Participaram da iniciativa, juntamente com a equipe do Centro Judiciário, a juíza da 2ª Vara Criminal e da Infância e da Juventude, Maraíza Francisca Escolástica Maciel Costa; o juiz da 1ª Vara Criminal e de Execuções Penais e coordenador do Cejusc, Tarciso Moreira de Souza; a oficial judiciária da Vara da Fazenda Pública, Keite Borges de Faria; a assistente social judicial, Jussara de Souza Lemos Moraes; a psicóloga judicial, Amanda Telles Lima; e a mediadora e facilitadora voluntária do Cejusc, Damáris Costa Ribeiro.
De acordo com Núbia Bueno de Macêdo, que supervisiona as atividades do Cejusc, a ação possibilitou aumentar a proximidade das crianças com o Poder Judiciário.
“Como parte da programação, as crianças tiveram a oportunidade de conhecer o ambiente do Tribunal do Júri e vivenciar uma experiência lúdica, ao tirar fotografias vestindo a toga de juiz, atividade que se destacou como um momento de grande entusiasmo e diversão”, disse.
Durante o encontro, a história da Páscoa foi apresentada de forma acessível às crianças. Em seguida, foi realizado um momento de confraternização, no qual os participantes receberam lanche, ovos de Páscoa e as caixas de bombons arrecadadas durante a campanha.
Para a gestora Núbia Macêdo, a iniciativa evidencia a importância das ações sociais promovidas pelo Cejusc, com o apoio dos servidores do Fórum, no fortalecimento de vínculos comunitários e na promoção da cidadania.
“Além de contribuir para o bem-estar das crianças e dos adolescentes acolhidos, a campanha reforça o papel do Poder Judiciário como agente de transformação social, aproximando a instituição da comunidade e incentivando práticas solidárias e humanizadas no ambiente forense”, afirmou.
A psicóloga judicial, Amanda Telles Lima, ressaltou que a mobilização, que contou com apoio dos juízes Maraíza Escolástica e Tarciso Moreira, proporcionou aos participantes “um momento de extrema sensibilidade”. Ela teve notícias de que, retornando ao serviço de acolhimento, os pequenos compartilharam com entusiasmo suas experiências com as educadoras, evidenciando o impacto positivo do evento.
“O contato direto com os magistrados desconstruiu a imagem austera do Fórum, permitindo que as crianças acolhidas se sentissem vistas e cuidadas. Ao receberem sua primeira lembrancinha da Páscoa, neste ano, esses jovens cidadãos puderam ressignificar a data e a própria relação com o Judiciário, transformando o encontro em uma experiência de acolhimento, esperança e vínculo humano”, concluiu.
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