Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais

"Alguém Tem que Ceder" é exibido no "Cineclube TJ"

Produção estrelada por Jack Nicholson e Diane Keaton combina humor e reflexões sobre relacionamentos


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Grupo de Idosos Nossa Senhora da Pompeia Paz e Amor participou da sessão do "Cineclube TJ” desta quarta (24/9) (Crédito: Ana Paula de Abreu / TJMG)

“Abrir mão” é apenas um dos muitos significados de ceder. A sessão do “Cineclube TJ”, nesta quarta-feira (24/9), no auditório da Corregedoria-Geral de Justiça de Minas Gerais, no Centro de Belo Horizonte, proporcionou momentos de reflexão sobre a necessidade de ceder em determinados posicionamentos para melhor conviver com as pessoas que nos cercam.

Foi exibido o filme “Alguém tem que ceder” (2003), estrelado por Jack Nicholson e Diane Keaton. Quem aproveitou a sessão foram integrantes do Grupo de Idosos Nossa Senhora da Pompeia Paz e Amor, do bairro Pompeia, na região Leste de BH.

Ângela Maria, que participou da sessão, concorda que concessões fazem parte da resolução de conflitos familiares. 

“Algumas vezes, vale a pena ceder por quem você ama para viver bem. Tenho quase 50 anos de casamento, e quantas vezes tive que ceder? Ele também. Olha: estou aqui e ele está em casa. A gente cede pelos filhos, pelos netos... Mas a vida vale a pena, não é?”

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Para Ângela Maria, é preciso ceder em algumas situações para viver bem com quem você ama (Crédito: Gláucia Rodrigues / TJMG)

Rogéria Márcia Ferreira, do apoio logístico do Grupo de Idosos, marcou presença com a mãe, Luzia Fernandes Ferreira, que celebra 65 anos de casamento. Rogéria enfatizou que ceder não é se anular, mas contribuir para a boa convivência:

“O filme foi muito oportuno porque ceder é algo que temos que praticar a todo momento. Não significa deixar para trás a nossa identidade ou idoneidade. É importantíssimo ceder para conviver, estar bem com o outro, ajudar e pedir ajuda. Vai além da questão amorosa. É a convivência e o relacionamento com o próximo."

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Rogéria Márcia Ferreira marcou presença com a mãe, Luzia Fernandes Ferreira, que completa 65 anos de casamento (Crédito: Gláucia Rodrigues / TJMG)

Na quinta-feira (25/9), às 14h, o filme será exibido em uma nova sessão especial do “Cineclube TJ”, também voltada a grupo de idosos, no Auditório da Corregedoria-Geral de Justiça. 

O filme

“Alguém tem que ceder” é uma produção dos EUA escrita e dirigida por Nancy Meyers. A trama apresenta Harry (Jack Nicholson) e a namorada, Marin (Amanda Peet), que se deparam inesperadamente com Erica (Diane Keaton), mãe de Marin, na casa de praia da família.

Erica se vê desconcertada com o relacionamento e com as atitudes machistas do personagem. Após sofrer um ataque cardíaco, Harry é orientado por um médico (Keanu Reeves) a permanecer em repouso. A partir daí, ocorre um acordo para que o fim de semana seja um momento de convivência harmoniosa, ainda que repleto de desafios.

Momentos

“Alguém Tem Que Ceder” vai além de uma história de amor que envolve idosos. Para a presidente do Grupo de Idosos, Maria Luíza de Aquino Capello, é importante identificar os momentos em que ceder é necessário:

“Quando cedemos o espaço para alguém, isso pode mudar a nossa vida. As oportunidades vêm e vão. Eu nunca cedi, mas tive muito arrependimento.”

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Maria Luíza de Aquino Capello é presidente do Grupo de Idosos (Crédito: Gláucia Rodrigues / TJMG)

Sobre o projeto

O “Cineclube TJ” foi criado em 2003, pelo desembargador Sérgio Augusto Fortes Braga, visando incentivar magistrados, servidores e colaboradores a refletir sobre obras cinematográficas.

Em 2017, passaram a ser exibidos filmes com audiodescrição para pessoas com deficiência visual, em sessões especiais, acompanhadas de debates. Para as sessões com essa funcionalidade, são cedidos filmes do setor de Braille da Biblioteca Pública Estadual de Minas Gerais.

O projeto também recebe sessões do “Expresso da Infância”, que visa garantir o acesso de crianças e adolescentes acolhidos institucionalmente a espaços culturais, esportivos e recreativos, promovendo a inclusão social, o fortalecimento de vínculos comunitários e a ampliação de repertórios artísticos e educacionais.

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