Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais

Agentes de proteção à criança e ao adolescente recebem homenagem

Vara Cível da Infância e da Juventude de BH homenageou 12 voluntários com mais de 20 anos de serviço


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Agentes voluntários de proteção à criança e ao adolescente foram homenageados em evento na sede da Vara Cível da Infância e da Juventude da Comarca de Belo Horizonte, no bairro Prado, região Oeste da Capital mineira, na segunda-feira (15/12).

Ao todo, foram agraciados 12 agentes voluntários com mais de 20 anos de serviço. A iniciativa tem o objetivo de demonstrar a importância do voluntariado e incentivar a prática.

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Homenagem reconhece dedicação dos agentes voluntários (Crédito: Bel Ferraz / TJMG)

Linha de frente

A desembargadora do Tribunal de Justiça de Minas Gerais e vice-presidente do Fórum Nacional da Justiça Juvenil (Fonajuv), Valéria Rodrigues, que já foi titular da Vara Infracional da Infância e da Juventude de BH e trabalhou com os voluntários, enfatizou o desempenho dos agentes:

“A Justiça não é nada sem o agente voluntário. Quem está ali na linha de frente, representa o Judiciário e sempre nos honra é o voluntário. Trabalhar com esse grupo, fazer parte dessa equipe, me traz uma honra muito grande. Me sinto homenageada por ser parceira e ter dividido esse momento.”

Segundo o juiz titular da 2ª Vara Cível e da Infância e da Juventude da Comarca de BH, Marcelo Augusto Lucas Pereira, os agentes voluntários são indispensáveis para o funcionamento da Justiça Cível da Infância e da Adolescência:

“São pessoas que estão conosco há anos, exercem um trabalho louvável e, muitas vezes, ficam na invisibilidade. São pessoas altruístas, que nada recebem para exercer esse trabalho e que merecem homenagens. Sem esse trabalho, não teríamos tanto sucesso na proteção das crianças e adolescentes que moram em Belo Horizonte.”

O magistrado lembrou que o trabalho dos voluntários ocorre, principalmente, na fiscalização de bares, restaurantes, estádios, eventos festivos e shows na Capital.

“O objetivo é identificar se há crianças ou adolescentes frequentando esses locais e se as normas em relação aos menores de idade estão sendo devidamente observadas. O que se busca, efetivamente, é proteger a integridade moral e psicológica dessas pessoas, que estão em formação. É um trabalho educativo, mas também pode resultar em autuação por prática de infração administrativa.”

Incentivo

O agente Hilário Félix dos Santos é o mais antigo voluntário da Vara Cível da Infância e da Juventude: são mais de 50 anos no trabalho de proteção à criança e ao adolescente.

“Receber a homenagem é um incentivo. Essa recompensa é algo que faz você se sentir bem por fazer algo de que gosta. Quando você faz isso, não se cansa. O voluntariado é uma oportunidade que temos para ajudar o próximo.”

Com a vontade de fazer algo pelo próximo, Ana Maria Pinto iniciou o trabalho como agente de proteção à criança e ao adolescente há 30 anos:

“Estou muito feliz de receber essa homenagem. Acredito que seja um reconhecimento. É gratificante saber que a gente é lembrado, que tudo que a gente fez teve resultado.”

Presenças

Além da desembargadora Valéria Rodrigues e do juiz Marcelo Augusto Lucas Pereira, o coordenador do Comissariado das Varas Cíveis da Infância e da Juventude de BH, Fernando Alves, acompanhou as homenagens aos 12 agentes.

Em novembro deste ano, 17 novos agentes voluntários de proteção à criança e ao adolescente receberam as credenciais para desempenho das atividades na Capital.

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