Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais

Ressocialização: Apac de Pedra Azul reinaugura padaria

Projeto favorece a reinserção no mercado de trabalho a recuperandos


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Juíza da 1ª Vara Cível, Criminal e de Execuções Penais da Comarca de Pedra Azul, Nayra Karoline Guerino Biondo, durante o evento de reinauguração da padaria “Fermento da Justiça” (Crédito: TJMG / Divulgação)

Um projeto que incentiva o trabalho e a qualificação profissional de pessoas privadas de liberdade acaba de ser reinaugurado em Pedra Azul, no Vale do Jequitinhonha: a padaria “Fermento da Justiça”, iniciativa desenvolvida pela diretoria da Associação de Proteção e Assistência aos Condenados (Apac) da Comarca.

O evento, ocorrido em 13/12, contou com a presença da juíza titular da 1ª Vara Cível, Criminal e de Execuções Penais da Comarca de Pedra Azul, Nayra Karoline Guerino Biondo; do presidente da Apac local, Leilo Santos Araújo; do secretário Municipal de Esporte e Turismo, Alex Viana; do vereador Júlio César Lacerda Figueiredo; do presidente da Subseção Pedra Azul da Ordem dos Advogados do Brasil – Seção Minas Gerais (OAB-MG), Guilherme Moreira Barbosa; da presidenta do Conselho Deliberativo da Apac e do Conselho da Comunidade, irmã Ideni Bernardes; além de voluntários, colaboradores, parceiros e convidados.

Frutos do trabalho

A juíza Nayra Karoline Guerino Biondo reafirmou o compromisso do Judiciário com a ressocialização das pessoas privadas de liberdade, destacando que os recuperandos podem adquirir experiência profissional para ampliar as perspectivas de reinserção no mercado ao fim do cumprimento da pena: 

“Que esta padaria seja não apenas um espaço de produção, mas também de transformação. Que os frutos do trabalho desenvolvido aqui ultrapassem estas paredes e se reflitam em vidas reconstruídas, famílias fortalecidas e em uma sociedade mais justa.”

A magistrada reforçou que a padaria representa uma importante ferramenta de reintegração social ao possibilitar capacitação técnica, o desenvolvimento do senso de responsabilidade e a valorização da dignidade humana, pilares do método Apac.

Ela destacou que a iniciativa reforça o compromisso da metodologia e da comunidade local com um modelo de Justiça humanizada, “pautado na recuperação do indivíduo e na construção de uma sociedade mais segura, solidária e inclusiva”.

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