Um trabalho de inteligência desenvolvido pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI) do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), em conjunto com o Núcleo de Inteligência e Segurança (NIS) do Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO) e do Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC), resultou na Operação Firewall, que a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) realiza nesta quinta-feira (5/2), em Goiás e no Distrito Federal.
Os trabalhos contam com o suporte da inteligência da Divisão de Segurança da Informação (DISI) do Departamento de Tecnologia da Informação e Comunicação (DTI) do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
A operação visa ao combate a fraudes interestaduais, ocorridas nos sistemas controlados pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e pelo Poder Judiciário do Estado de Minas Gerais, que resultaram na inserção de dados falsos em mandados de prisões constantes no Banco Nacional de Mandados de Prisões (BNMP), assim como em processos judiciais digitais.
Na apuração de inteligência, foi possível constatar ainda que o mesmo alvo da investigação em Minas Gerais tentou também fraudar o sistema por meio de credencial de servidora de Goiás, a fim de emitir mandados de prisão falsos – incluindo autoridades como o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro e vice-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.
Estão sendo cumpridos quatro mandados de busca e apreensão em Goiás e no Distrito Federal, com apoio operacional da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), da Polícia Civil de Goiás (PCGO) e do Núcleo de Inteligência e Segurança do TJGO. Os mandados foram expedidos pelo juiz da 1ª Vara Cível, Criminal e de Execuções Penais da Comarca de Peçanha, Otávio Scaloppe Nevony.
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