“Foram me chamar / Eu estou aqui, o que é que há?/ Foram me chamar/ Eu estou aqui, o que é que há?”.
Com esses versos de “Alguém me avisou”, da diva do samba, Dona Ivone Lara, o grupo Feijão sem Bicho estreou no projeto "Intervalo Cultural", do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG).
A apresentação, nesta sexta-feira (6/2), deixou o horário de almoço em clima de Carnaval na entrada do Edifício-Sede. O evento, gratuito e aberto, contou com a presença de magistrados, servidores, colaboradores, estagiários e público externo.
O grupo, formado por Paulo “PG” Rocha (voz e percussão), Carlos Marraia (voz e cavaquinho), Teco 7 Cordas (violão de sete cordas) e Pedro Martins (percussão e coro), animou a plateia com clássicos da MPB, incluindo sucessos de Paulinho da Viola, Cartola, Alcione, Dorival Caymmi e Martinho da Vila.
“Não Perca o Réu Primário”
A equipe da Diretoria de Comunicação (Dircom) do TJMG aproveitou a ocasião para divulgar a campanha de Carnaval, que tem como tema o bloco fictício “Não Perca o Réu Primário”, focado no respeito aos direitos das mulheres e no combate à homofobia e à transfobia.
O público recebeu ventarolas com a identidade visual da campanha e a mensagem: “Respeito a Toda Forma de Ser e Amar”.
Diversão
A superintendente de Logística e Sustentabilidade do TJMG, desembargadora Mônica Libânio Rocha Bretas, elogiou o desempenho dos integrantes do grupo, destacando o percussionista Pedro Martins, que trabalha como assessor no Tribunal.
Segundo ela, o show proporcionou momentos de diversão com música de qualidade para os colegas:
“Música deliciosa, bem raiz de Carnaval. Instrumentos bem tocados, vozes harmoniosas e aconchegantes. Adorei o show deles. Muito bom mesmo.”
A gerente do Centro de Desenvolvimento e Acompanhamento de Projetos (Ceproj) do TJMG, Priscila Pereira de Souza, faz questão de prestigiar o “Intervalo Cultural”.
Ela elogiou a escolha do grupo:
“Samba é um estilo animado, que deixa todo mundo para cima, com alto astral. E foi uma ótima pedida perto do Carnaval, é um grupo excelente.”
Colaborador que faz parte da equipe de limpeza do TJMG, André Luiz Alves disse que se considera um apaixonado por música de qualidade:
“Esse é samba de raiz da melhor qualidade. E como o nome já diz, são mesmo ‘feijão sem bicho’.”
Samba raiz
Formado por músicos experientes, em uma mescla de gerações, o grupo faz questão de dizer que valoriza o samba raiz e que o nome “Feijão sem Bicho” vem de uma expressão popular mineira que significa algo confiável e de qualidade, como o sabor inconfundível da "comida de vó".
Carlos Marraia destacou que o samba, como parte fundamental da cultura brasileira, sabe se renovar com os jovens:
“O samba está sempre se renovando com novos rostos, valores e sucessos. Mas também encontramos muito ‘boi com abóbora’ por aí.”
No show desta sexta-feira, foram apresentados clássicos como “Desde que o Samba É Samba”, “Pecado Capital”, “Não Deixe o Samba Morrer”, “Maracangalha” e o samba-enredo “É Hoje”, da escola de samba carioca União da Ilha do Governador, de 1982.
"Intervalo Cultural"
Criado em 2017, o "Intervalo Cultural" é uma iniciativa do TJMG que busca valorizar a arte e aproximar a instituição da sociedade, com apresentações periódicas de música, dança, peças teatrais e outras manifestações artísticas.
Confira outras fotos da apresentação no Flickr oficial do TJMG.
Diretoria Executiva de Comunicação – Dircom
Tribunal de Justiça de Minas Gerais – TJMG
(31) 3306-3920
imprensa@tjmg.jus.br
instagram.com/TJMGoficial/
facebook.com/TJMGoficial/
twitter.com/tjmgoficial
flickr.com/tjmg_oficial
tiktok.com/@tjmgoficial