TJMG desenvolve ações de sustentabilidade em papelaria e mobiliário


Sustentabilidade | 17.03.2017

Atento aos 3Rs da sustentabilidade, reutilizar, reciclar e reduzir, o Tribunal investe em ações para colocá-los em prática


Soraia CostaCopat 2Trabalho com reúso e reciclagem de materiais abrange desde itens de papelaria a equipamentos eletrônicos
Soraia CostaCopatAntes e depois das cadeiras revela renovação obtida pela estofaria
Soraia CostaCopat 3Proposta das iniciativas é reduzir custos e melhorar aproveitamentos dos recursos

Em sintonia com a proposta de sustentabilidade exigida pelas condições sociais, econômicas e ambientais da atualidade, o TJMG (Tribunal de Justiça de Minas Gerais) desenvolve ações sustentáveis nos seus diversos setores. Exemplos são a recuperação de itens de mobiliário e o aproveitamento inteligente do material de consumo. 

 

O TJMG tem 71 funcionários atuando, para reciclar e reaproveitar bens permanentes patrimoniados como móveis e aparelhos elétricos e eletrônicos, em áreas como expedição (galpão de armazenamento de bens), marcenaria, capotaria, serralheria, setor de pintura, oficina eletromecânica e de refrigeração.

 

“Todo bem adquirido pelo Tribunal recebe uma placa com o número do patrimônio, para que ele possa ser monitorado. Quando um bem estraga ou é substituído por outro, é levado para onde os técnicos avaliam sua condição de uso, se vale a pena consertá-lo ou se é inservível”, explica Marcelo Guimarães Braga, coordenador da Comat (Coordenação de Controle de Material de Consumo).

 

Os bens inservíveis para o TJMG são encaminhados para outros órgãos do estado ou doados a instituições. já os bens que continuarão no Tribunal são revitalizados no Sermap (Serviço de Controle da Movimentação e Manutenção de Bens Permanentes), coordenado por Paulo Gangana.

 

Paulo conta, entusiasmado, que nada é desperdiçado no Sermap: “Se um móvel ou um aparelho não tiver conserto, suas peças são reaproveitadas para consertar outro bem similar. Todos os parafusos, porcas, arruelas, rodinhas de móveis são limpos e armazenados para posterior utilização”.

 

Um trabalho que se destaca é o da capotaria. Inúmeras cadeiras são reformadas cotidianamente, embaladas e encaminhadas para os setores que irão utilizá-las. Atualmente, os profissionais do setor estão trabalhando na reforma de todas as cadeiras do auditório da nova sede do TJMG, situada na Avenida Afonso Pena, trabalho que custará para o Tribunal um terço do que custaria se fosse contratada uma empresa terceirizada.

 

Papelaria Solidária

 

O Núcleo Socioambiental do TJMG, presidido pela desembargadora Mônica Libânio, idealizou a campanha Papelaria Solidária, que foi desenvolvida para estimular o consumo racional de itens de papelaria, o que envolve o compartilhamento de materiais e a devolução ao almoxarifado de produtos não utilizados ou com defeito. Com essa ação, o TJMG pode redistribuir os materiais excedentes para outras comarcas e devolver os defeituosos aos fornecedores, contribuindo assim para a sustentabilidade e para o melhor uso dos recursos públicos.

 

Executada desde novembro de 2016 pela Comat, a campanha já apresenta resultados satisfatórios. Quem conta é a coordenadora do setor, Ana Valdeir Ferreira dos Santos: “Recebemos muitas capas de processos, grampeadores, réguas, pastas, caixas para arquivo, envelopes, livros de carga, canetas, formulários contínuos, etiquetas e outros materiais de papelaria que já estão sendo encaminhados para outras comarcas. Colamos uma etiqueta com a logomarca da campanha para informar que é material de devolução para reaproveitamento. Tem dado certo, não recebemos reclamações”.

 

Sob a coordenação de Sirlene Reis Reynaldo está o Sersup (Serviço de Apoio ao Suprimento de Formulários e Impressos), mais conhecido por gráfica. É aí que são impressas as capas de processos nas suas diferentes cores, formulários e outros impressos. Sirlene conta que não há desperdício de papel na gráfica, pois as aparas maiores são aproveitadas para fazer cintas de endereçamento ou para aviso de recebimento, e as aparas pequenas são encaminhadas para a Asmare (Associação dos Catadores de Papel, Papelão e Material Reaproveitável).

 

Com essas ações, o TJMG tem trabalhado com os 3Rs da sustentabilidade – reutilizar, reciclar e reduzir. Se cada um fizer a sua parte, estará garantida a vida no planeta para as futuras gerações.

 

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