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Letra: Ricardo Bastos Machado
Música: Daniel Augusto Oliveira Machado

 

A voz dos mineiros aspira
À justiça eficiente, imparcial.
Reforça nosso empenho e luta,
Na busca da harmonia social.

 

No trabalho transparente e sério,
Exaltamos liberdade e retidão.
Com modernidade oferecemos
A excelência de nossa atuação.

 

A Justiça pacificadora
Será sempre nosso lema de jurisdição.
Tem porta aberta a todos os brasileiros,
Diálogo, conversa e solução.

 

Assim com passos firmes avançamos
Na trilha da ordem e da paz
Com um Judiciário sempre unido,
Filho servil de Minas Gerais.

 

Currículo dos Autores:

 

 

 


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  •    + Orientações para execução dos Hinos no âmbito do Poder Judiciário Mineiro
    • - o Hino Nacional é reconhecido como Símbolo Nacional pela Lei 5.700, de 1º de setembro de 1971, e deve ser executado com atenção às normas estabelecidas nessa Lei;


      - em eventos solenes noâmbito do Poder Judiciário mineiro serão executados, respectivamente, o Hino Nacional e o Hino do Judiciário;


      - a execução poderá ser instrumental ou vocal de acordo com o cerimonial previsto em cada caso;


      - nos casos de simples execução instrumental, o Hino Nacional deverá ser tocado na versão que contempla apenas a primeira parte, sem repetição; nos casos de execução vocal, serão sempre cantadas as duas partes do Hino;

      - havendo a execução do Hino Nacional cantado, obrigatoriamente o Hino do Poder Judiciário deverá ser tocado também na versão cantada; a mesma orientação vale para as versões instrumentais, ou seja, o Hino Nacional instrumental deve ser acompanhado pelo Hino do Poder Judiciário instrumental;


      - conforme previsto no artigo 25, inciso II, parágrafo 3º, da referida Lei, é facultativa a execução do Hino Nacional “[...] na abertura de sessões cívicas, nas cerimônias religiosas a que se associe sentido patriótico, no início ou no encerramento das transmissões diárias das emissoras de rádio e televisão, bem assim para exprimir regozijo público em ocasiões festivas.”


      - o artigo 30 da Lei 5.700/71 estabelece que “[…] durante a execução do Hino Nacional, todos devem tomar atitude de respeito, de pé e em silêncio, os civis do sexo masculino com a cabeça descoberta e os militares em continência, segundo os regulamentos das respectivas corporações.” Dessa forma,


      - a proibição de “qualquer outra forma de saudação” contemplada na Lei, diz respeito apenas ao momento da execução ou canto do Hino, ou seja, a Lei proíbe manifestações “durante” e não “após” a execução; nesse sentido, compreendemos que os aplausos que normalmente ocorrem após a execução do Hino Nacional são permitidos como manifestação cívica e é socialmente recomendável;


      - os militares estão sujeitos aos regulamentos das respectivas corporações e permanecem em “continência” durante a execução do Hino Nacional e o público civil deve tomar atitude de respeito, de pé e em silêncio, lembrando de retirar chapéu ou boné.

      REFERÊNCIAS:
      http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L5700.htm
       




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